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Espetáculos

FORA DE CENA

Aiué | Direção Artística Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira | 2019

M/12

Espetáculo comemorativo 25 anos de atividade do Teatro Extremo

Sinope

A partir de contos e lendas de língua portuguesa, de Portugal, Brasil, Guiné, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Goa, Macau e Timor, esta obra multidisciplinar sublinha a ligação do Teatro Extremo ao universo lusófono e à comunidade local.

Um espetáculo festivo realizado na Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea que juntou à equipa da Companhia gentes e artistas da comunidade e criadores de diversas áreas que colaboraram com o Teatro Extremo ao longo de 25 anos de atividade.

 

Ficha Artística e Técnica

Seleção de Textos, Dramaturgia e Encenação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Rui Cerveira; Interpretação: Afonso Guerreiro, Ana Lídia, Ana Rita Ferreira, Ana Sofia Martins, Ana Sofia Marques, Antónia Terrinha, António Rodrigues, Bárbara Salvador, Beatriz Vicente, Bibi Gomes, Carlos Mendes, Catarina Ferreira, Clementina Morais, Cristina Viegas, David Castilho, David Menezes, Donzília Almeida, Eduardo Martins, Eva Lázaro, Félix Lozano, Fernanda Castro, Fernando Jorge Lopes, Fernando Rebelo, Filipa Martins, Francisca Lima, Francisco Carvalho, Francisco Pellé, Hélder Anacleto, Humberto José Fonseca, Inês Costa, Inês Carvalho, Isabel Mões, Isabel Oliveira, Jaime Soares, Jefferson Oliveira, Joana Bergano, José Varela Franco, José Vaz, Josefina Correia, Madalena Gonçalves, Manuel Brás, Maria Inês Brás, Mariana Rocha, Patrícia Rocha, Paula Diogo, Pedro Gamboa, Quitéria Morgonho, Rui Cerveira, Sofia Menezes, Teresa Canarias, Zé Camarada; Figurinos: Alice Rolo; Figurinos conto “Pedra Sagrada”: Alice Rolo e Pessoa Júnior; Cabeças/Caracterização conto “Pedra Sagrada”: Pessoa Júnior; Direção da Conceção Plástica: Rui Silvares; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Sonoplastia, Desenho e Operação de Som: Sandro Esperança; Construção, Montagem e Operação Técnica: Daniel Verdades, Maria João Montenegro; Música Original: José Mário Branco; Interpretação: Banda Filarmónica Incrível Almadense, Maestro: Jorge Camacho; Orquestração: Miguel Campos; Composição e arranjos sobre música original e interpretação: João Dacosta (piano teclas), João Lima (guitarra portuguesa), Patrícia Rocha (violino); Instalações sonoras sobre música original: João Rodrigues; DJ: Karas; Coreografia: Félix Lozano, Joana Bergano, Maria João Garcia; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Assistência de Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Fotos de ensaio: Cármen Duarte; Fotografia: Luís Aniceto; Design Gráfico: P2F atelier.

Dois Reis e um Sono | de Natália Correia e Manuel de Lima, encenação Fernando Jorge Lopes | 2018

M/6

“Dois Reis e um Sono”, uma peça escrita por Natália Correia em colaboração com o escritor e músico Manuel de Lima, com dramaturgia e composição musical de Armando Nascimento Rosa.

 

Sinope

“Dois Reis e um Sono” conta-nos a história de dois reinos em litígio, sendo a alegórica figura do Sono o motivo da discórdia entre monarcas irmãos. Uma parábola sobre o poder, a vaidade, o consumismo, o amor, a conquista e o uso da liberdade de expressão, mas também sobre qual o limite do nosso livre arbítrio e para onde caminha a Humanidade.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Natália Correia, Manuel de Lima; Direção Artística: Fernando Jorge Lopes; Dramaturgia e Composição Musical: Armando Nascimento Rosa; Interpretação: Bibi Gomes, Carlos Sebastião, Fernando Jorge Lopes, Francisca Lima, Jefferson Oliveira, José Graça, José Neto, Rui Cerveira; Interpretes em vídeo: António Olaio, João Dacosta, João Rodrigues, Josefina Correia, Marta Valente, Victor Pinto Ângelo; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Cenografia e Adereços: Celestino Verdades, Daniel Verdades, Fernando Jorge Lopes, Maria João Montenegro; Caracterização: Pessoa Júnior; Figurinos: Alice Rolo; Movimento: Maria João Garcia; Operação de Luz: Daniel Verdades; Operação de Som e Vídeo: Maria João Montenegro; Arranjos e Produção musical em estúdio: Mário Rui Teixeira; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Spot Rádio: Paulo Lázaro; Realização e Edição de vídeo: António Rodrigues; Design Gráfico e Fotografia: P2F Atelier.

Circuito Habitual | de Jean-Claude Carrière | encenação Rita Lello | 2017

M/12

A partir da estreia da peça “Circuito Habitual” de Jean-Claude Carrière, numa encenação de Rita Lello, o Teatro Extremo inaugurou o novo ciclo temático Zona Periférica que equaciona o que perpassa pelos problemas e desassossegos latentes das novas gerações, respetivos conflitos existenciais e culturais. Quem sou? Qual o papel que me cabe na sociedade? Quais os limites? Haverá limites? Haverá tabus?

 

Sinope

Um Alto Comissário da Administração Interna interroga um denunciante, cidadão zeloso e dedicado. Percebemos pouco a pouco que a conversa está desde o início armadilhada, mas por qual deles?

O Texto leva-nos até ao interior da lógica impiedosa e absurda que rege a atividade “habitual” de um regime prisioneiro dos seus próprios mecanismos.

Jean Claude Carrière descreve os meandros obscuros do poder, da negação do individuo, da ambiguidade das relações de força, numa escrita cerrada, precisa e muito eficaz na qual reconhecemos o argumentista de Buñuel e de Milos Forman e a profunda capacidade de reflexão do adaptador de Mahabharata e do autor da Controvérsia de Valladolid.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Jean-Claude Carrière; Tradução: Fernando Jorge Lopes; Encenação e Cenografia: Rita Lello; Interpretação: Fábio Ferreira, Fernando Jorge Lopes; Figurinos: Arminda Moisés Coelho; Desenho de Luz: Daniel Verdades; Sonoplastia: Rita Lello, Fernando Jorge Lopes; Voz Off: Selma Diniz; Direção Técnica: Celestino Verdades; Assistência de Cenografia e Adereços:  Maria João Montenegro; Montagem e Construção de Cenografia: Celestino Verdades, Daniel Verdades, Maria João Montenegro; Operação Técnica: Daniel Verdades, Maria João Montenegro; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Estagiário: Júlio Picanha; Imagem: Paula Rosa; Design Gráfico: P2f Atelier; Fotografia: Vítor Cid.

Guerra é Guerra | texto e encenação Horácio Manuel | 2015

M/12

Espetáculo cheio de ritmo, música e suspense alusivo à epopeia vivida pelo povo português na resistência às três invasões de Napoleão. Integra o Ciclo Sem Rei nem Roque que compreende peças originais onde são retratadas épocas da História de Portugal vistas à luz do presente e daqueles cujos nomes não ficaram inscritos nos livros e enciclopédias.

 

Sinope

Frei Bernardo, inconformado com a ocupação Francesa, Joanico, um sem-abrigo lisboeta protegido pelo frade, Frei Pacheco, batalhador e dinâmico e a cantora de ópera Luísa Todi vivem e relatam-nos episódios das três Invasões Francesas. Com estes personagens, viajamos pelo país e conhecemos os locais, os acontecimentos, os intervenientes da guerra e até provérbios que tiveram origem na época.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor e Encenação: Horácio Manuel; Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Horácio Manuel,  Rui Cerveira; Voz e Canto: António Rocha; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Desenho de Som: Sandro Esperança; Movimento: Maria João Garcia; Cenografia e Figurinos: Horácio Manuel; Assistência de Cenografia/Adereços: Maria João Montenegro; Assistência de Figurinos: Francisca Lima; Direção Técnica: Celestino Verdades; Operação de Luz e Som: Maria João Montenegro; Técnico de Palco: Daniel Verdades; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Design gráfico: P2F atelier; Registo Vídeo: João Varela; Fotografia: Vítor Cid.

Depois de Darwin | de Timberlake Wertenbaker | encenação Ana Nave | 2014

M/12

O Teatro Extremo convidou a atriz Ana Nave para encenar “Depois de Darwin”, a partir de um texto da premiada dramaturga Timberlake Wertenbaker, um espetáculo que se inscreve no Ciclo EmCena a Ciência que tem como objetivo promover uma relação estreita entre a Arte e a Ciência junto do público, dando a conhecer a vida e obra de grandes cientistas.

 

Sinopse

Uma companhia de teatro encontra-se a ensaiar um espetáculo onde é retratada a relação entre Charles Darwin e o capitão Robert FitzRoy, homem de espírito religioso e colérico, pouco atraído pelas descobertas científicas que Darwin realizou ao longo de cinco anos na viagem de circum-navegação que ambos partilharam no navio Beagle e que fundamentaram a sua Teoria da Evolução, servindo de base para o famoso livro Origem das Espécies.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Timberlake Wertenbaker; Tradução: José Henrique Neto; Adaptação: Oswaldo Mendes; Dramaturgia: Ana Nave, Rui Silvares; Encenação: Ana Nave; Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Rui Cerveira; Conceção Plástica: Rui Silvares; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Sonoplastia: Sandro Esperança; Vídeo: Paula Rosa; Movimento: Félix Lozano; Direção Técnica: Celestino Verdades; Montagem e Adereços: Daniel Verdades, Maria João Montenegro; Costureira: Luísa Verdades; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistente de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Design Gráfico: P2F atelier; Realização Vídeo Promocional: João Varela; Fotografia: Vítor Cid.

Viagem à Margem | criação coletiva | coordenação Fernando Jorge Lopes | 2013

M/6

Sinope

Concebido com o Centro de Arqueologia de Almada, o Teatro Extremo apresentou um novo espetáculo de rua de percurso em Almada Velha, animado por atores e músicos, integrado nas Festas da Cidade. Impregnado de referências históricas, desde a fundação do Reino à implantação da República, este espetáculo relevava a importância histórica desta terra e dos feitos que nela ocorreram para a afirmação de Portugal e emancipação do seu povo.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Coordenação: Fernando Jorge Lopes; Direção Artística Executiva: Dina Nunes; Elenco: Dina Nunes, Isabel Mões, Carlos Mendes (Guru), Zeto Feijão; Pesquisa Histórica e Guia: Francisco Silva (Centro de Arqueologia de Almada); Figurinos e Adereços: Dina Nunes; Música: Zeto Feijão; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Monteiro; Promoção: Victor Pinto Ângelo.

Retratos | criação coletiva | coordenação Fernando Jorge Lopes | 2013

M/12

Espetáculo alusivo à crise cíclica económica, através dos testemunhos de grandes autores portugueses. Integra o Ciclo Sem Rei nem Roque que compreende peças originais onde são retratadas épocas da História de Portugal vistas à luz do presente e daqueles cujos nomes não ficaram inscritos nos livros e enciclopédias.

 

Sinopse

A invulgar família Barata com um negócio de uma agência funerária em crise convoca uma reunião para encontrar soluções e decide invocar os antepassados. Com a intervenção do público tudo faz para os trazer aos nossos dias e assim reanimam Bocage, Camões, Fernando Pessoa, a Marquesa de Alorna, Guerra Junqueiro, Antero de Quental e Eça de Queirós que nos trazem outras visões de tempos difíceis no nosso país.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Coordenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Francisca Lima, João Dacosta, Rui Cerveira; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Cenografia: Fernando Jorge Lopes, Celestino Verdades e Zé Rui; Figurinos e Adereços: Arminda Moisés Coelho; Música: João Dacosta; Movimento: Maria João Garcia; Animação Vídeo: Manuel Barrisco; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Monteiro; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Conceção Vídeo/Spot TV: João Varela; Design Gráfico: P2F atelier; Fotografia: Vítor Cid.

Salamaleque | texto e encenação Fernando Jorge Lopes ! 2012

M/4

Espetáculo que reaviva “A Lenda das Amendoeiras em Flor” e “A Lenda do Ladrão da Vida e da Morte” e a tradição do contador de histórias mágicas contadas de gerações a gerações, num tempo em que Portugal era um país de contos de fadas e mouras encantadas.

 

Sinopse

Um contador de histórias conta uma lenda que narra a história de amor entre um rei árabe e uma donzela do longínquo norte. À medida que o contador de histórias vai desenvolvendo o fio condutor desta lenda, o seu próprio imaginário transporta a narração para um outro conto sobre ladrões, sábios, tesouros e encantamentos…

 

Ficha Artística e Técnica

Baseado nos contos populares “A Lenda das Amendoeiras em Flor” e “A Lenda do Ladrão da Vida e da Morte”; Conceção e Interpretação: Fernando Jorge Lopes; Movimento: Afonso Guerreiro; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Sonoplastia: Celestino Verdades, Fernando Jorge Lopes; Figurinos: Alice Rolo; Adereços: Ana Taipas, Élio Antunes, Fernando Jorge Lopes; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Conceção vídeo/spot TV: João Varela; Design Gráfico: P2F atelier; Fotografia: Vitor Cid.

Estória Abensonhada | de Mia Couto | encenação Isabel Leitão | 2011

M/6

Espectáculo inspirado nos contos “O Cego Estrelinho” e “O Velho, o Tempo e a Morte” do escritor moçambicano Mia Couto que relata a história de Estrelinho, um cego que guiado pela sua imaginação nos desvenda o universo mágico e literário de Mia Couto.

 

Sinopse

Cansado dos males da guerra, perdidos os seus dois amiguinhos, Gigito e Infelizmina, os meninos que o guiaram neste mundo, o cego Estrelinho empreende uma longa caminhada em direção à sombra do Oeste. Porque na sombra desse ponto cardeal se encontra a moradia da Morte. Lá chegado, dá-se conta que a Morte, por razões de perda de utilidade, se encontra desfalecida. Para a reanimar, Estrelinho recorre a um universo muito próprio, construído a partir das fantasias que Gigito lhe descrevia como sendo a própria realidade e recria situações vividas ou sonhadas, com a mestria de um verdadeiro mago.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Mia Couto; Conceção e Encenação: Isabel Leitão; Interpretação: Bibi Gomes, Isabel Leitão, Rui Cerveira; Espaço Cénico: Fernando Jorge Lopes, Élio Antunes; Adereços: Élio Antunes; Figurinos: Mónica Madeira; Coreografia: Joana Bergano; Música: Miguel Cervini, Duarte Cabaça; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Colaboração Artística: Joana Gomes; Operação técnica: Celestino Verdades, Élio Antunes; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Conceção Vídeo/Spot TV: João Varela; Design Gráfico e Fotografia: P2F.

Quando as máquinas param | de Plínio Marcos | coprodução Harém de Teatro (Brasil), encenação Fernando Jorge Lopes | Brasil 2010/Portugal 2011

M/12

Segunda coprodução entre o Teatro Extremo e o Harém de Teatro (Brasil), levando à cena mais um texto de Plínio Marcos. Uma parceria lusófona que foi contemplada com o Prémio de Teatro Myriam Muniz atribuído pela Funarte – Fundação Nacional de Artes do Brasil.

 

Sinopse

O espetáculo retrata a história do casal, Zé e Nina. Eles ainda são jovens e amam-se. Juntos já conseguiram algumas “vitórias”: casaram, alugaram uma casa, pensam em ter filhos. Formam um casal feliz. Ela costura para fora. Ele é um trabalhador desqualificado. Tudo parece perfeito. Porém, um dia Zé perde o emprego. Nasce, então, uma luta quotidiana que, embora sublimada nos sonhos emprestados que lhes fornecem o futebol e as novelas, os empurra para a insustentabilidade financeira e que os conduz por fim à insustentabilidade dos afetos.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Plínio Marcos; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Bid Lima, Francisco Pellé; Consultadoria Dramatúrgica: Arimatan Martins; Assistência de Encenação: Flávia Lectícia, Naruna Brito; Cenografia: Gualberto Júnior; Confeção de cenário: Edmar Aquino; Figurinos: Bid Lima; Confeção de figurinos: Edite Rosa, Maria José, Luiza de França, Regina Lúcia; Corpo e movimento: Fernando Freitas; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Assistência de Iluminação: Assaí Campelo; Sonoplastia e Banda Sonora: José Dantas; Locuções: Sidney Santos, Bené Reis; Vozes das crianças: Lorenzo Vieira, Kaio Vieira, Kelson Abreu, Gabriel Abreu, Mateus Carvalho, Vinícios Alves, Danilo Nascimento; Assessoria de Imprensa: Naruna Brito, Nádia Santos; Produção Executiva: Francisco Pellé, Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Janaína Alves, Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Victor Pinto Ângelo; Design Gráfico: Chico Fialho; Fotografia: Margareth Leite; Co-produção Teatro Extremo – Grupo Harém Teatro (Brasil).

Caldeirada | criação coletiva | encenação Jordi Magdaleno (Espanha) | 2010

Todos

Inspirado nos generosos Bombeiros Voluntários, “Caldeirada” é um espetáculo de rua que interage com o público de todas as idades, encenado por Jordi Magdaleno da companhia espanhola “La Tal”, reconhecida internacionalmente pelos divertidos espetáculos ao ar livre para grandes assistências.

 

Sinopse

No dia do Centenário do Corpo de Bombeiros Voluntários, o Comandante deseja comemorar com a população com um sorteio de rifas e exibindo o primeiro carro do Corpo de Bombeiros de 1910, recentemente restaurado. Para o ajudar, conta com a colaboração de quatro bombeiros que talvez não sejam os mais competentes, mas, sem dúvida, são os mais entusiastas.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Encenação: Jordi Magdaleno (Espanha); Interpretação: Jan Gomes, João Paulo Silva, Rui Ventura, Teresa Negrão, Tiago Pereira; Direção de Atores e Coreografia: Jaume Navarro; Música: Carles Mateu I Dura; Cenografia: Txema Rico Martinez; Figurinos: Rosa Solé; Consultadoria de História: Elisabete Gonçalves, Francisco Silva (Centro de Arqueologia de Almada); Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida e Nicole Reynolds; Assessoria de Imprensa: Nádia Santos e João Queirós; Divulgação e Publicidade: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Web Master: Filipe Oliveira; Design Gráfico: Catarina Pé Curto.

O Rei Vai Nu | baseado no conto “O Fato Novo do Imperador Hans Christian Andersen" | encenação Isabel Leitão | 2010

M/4

Um espetáculo praticamente sem palavras inspirado no conto “O Fato Novo do Imperador” de Hans Christian Andersen e que contou com o apoio institucional da Comissão Nacional para a Comemoração do Centenário da República. O cenário da peça centra-se numa gigante caixa de costura que no decorrer da peça se vai alterando, à semelhança dos livros cujos personagens e situações saltam das páginas.

 

Sinopse

A história de um rei vaidoso e de dois espertalhões que vêem nisso uma oportunidade de enriquecer à custa de Sua Majestade, apresentando-se como sendo tecelões capazes de fabricar um tecido mágico e invisível aos olhos de quem não seja dotado de inteligência. No dia em que o rei sai à rua, vestindo as suas roupas novas, toda a multidão aplaude. Ninguém quer admitir que não vê nada. “Mas ele vai nu”, exclama um rapazinho. E as pessoas começam a cochichar. “Ele vai nu”, grita por fim todo o povo. E o rei não tem outro remédio senão admitir que as pessoas têm razão.

 

Ficha Artística e Técnica

Baseado no conto “ O Fato Novo do Imperador” de Hans Christian Andersen; Conceção e Encenação: Isabel Leitão; Interpretação: Bibi Gomes, Rui Cerveira; Cenografia e Adereços: Élio Antunes; Construção do Cenário: Adelino Correia e José Antunes; Assistente das Áreas Técnicas: David Claudino; Coreografia: Joana Bergano; Figurinos: João Frazão; Música: Duarte Cabaça, Miguel Cervini; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos, João Queirós; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Web Master: Filipe Oliveira; Design Gráfico e Fotografia: P2f atelier; Coprodução Teatro Extremo e Cultideias.

O Tesouro - Poema em movimento | a partir do conto de Manuel António Pina | encenação Fernando Jorge Lopes | 2009

M/6

Uma peça para toda a família alusiva ao período do 25 de Abril de 1974, inspirada no conto de Manuel António Pina, obra enquadrada no Plano Nacional de Leitura.

 

Sinopse

Uma turista visita um lindo país de clima agradável, mas os seus habitantes parecem ser um povo infeliz e solitário, aparentemente sob o peso de uma misteriosa tristeza. Que teria acontecido? Vozes sussurravam, na noite, que aquele povo tinha perdido o seu mais valioso tesouro: a Liberdade.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Manuel António Pina; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Rebelo, Isabel Leitão, Rogério Jacques. Rui Ventura; Coreografia: Joana Bergano; Cenografia: Élio Antunes; Figurinos: Alice Rolo; Música: Miguel Cervini e Duarte Cabaça; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Operação Técnica: Celestino Verdades, Élio Antunes, Sérgio Cardoso; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos, Sandra Ramos; Promoção: Vitor Pinto Ângelo; Web Master: Filipe Oliveira; Design Gráfico: P2f atelier; Fotografia: Sandra Ramos.

Preto no Branco | texto e encenação Antónia Terrinha | coprodução Centro Cultural Malaposta | 2008

M/6

O Teatro Extremo em coprodução com o Centro Cultural da Malaposta levou à cena uma peça da autoria e encenação de Antónia Terrinha, concebida após uma estadia em África e que aborda a questão do preconceito e das diferenças culturais.

 

Sinopse

Preto no Branco trata da história de dois homens, um branco e um preto, rivais nos seus negócios. Após diversas aventuras e peripécias, ultrapassam as diferenças aparentes e descobrem que unidos conseguem melhores resultados.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor, Dramaturgia e Encenação: Antónia Terrinha; Assistência de Encenação: Isabel Leitão; Interpretação: Fernando Jorge Lopes, Isabel Leitão, Jan Gomes, Rui Cerveira; Cenografia: Eric Costa; Música: Miguel Cervini e Duarte Cabaça; Figurinos: Antónia Terrinha/Manuel Moreira; Coreografia “Sevilhanas”: Maria Franco; Execução do Guarda-roupa: Helena Leitão; Conceção e Execução de Adereços: Natércia Costa; Desenho de Luz: António Plácido; Operação de Luz: Paulo Gomes/Élio Antunes; Operação de Som: Nuno Vera/Sérgio Cardoso; Carpintaria de Cena: Mestre José Manuel Rodrigues; Assistência de Palco: Rui Trindade; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Vitor Pinto Ângelo; Design Gráfico: Fernando Oliveira; Fotografia: Margarida Nunes; Coprodução Teatro Extremo e Centro Cultural da Malaposta.

Pedro e o Lobo | de Esopo e Serguei Prokofiev | Encenação Fernando Jorge Lopes | 2007

M/4

Partindo da fábula de Esopo e do conto musical para crianças “Pedro e o Lobo” do compositor russo SergeiProkofiev, contamos uma história de um menino igual a tantos outros irreverentes que aprende com a mãe Natureza.

 

Sinopse

Baseado na fábula de Esopo e tendo como pano de fundo a obra de Prokofiev, o espetáculo conta-nos a história de Pedro, um típico rapaz da cidade, que vai passar as férias a casa do avô, na aldeia. Entediado com a vida no campo, Pedro decide divertir-se à custa dos aldeãos. Para isso, inventa que viu um lobo perto do rebanho e grita por socorro. Os aldeãos acodem, mas afinal é tudo mentira. O pior é quando o lobo aparece de facto e cumpre a sua natureza. É a vez de Pedro demonstrar a sua coragem. Como qualquer outro rapaz da sua idade, compreenderá então, à sua própria custa, a importância de respeitar os outros e também os animais.

 

Ficha Artística e Técnica

Baseado na obra de Esopo e Serguei Prokofiev; Dramaturgia e Encenação: Fernando Jorge Lopes; Assistência de Encenação: Isabel Leitão; Assistência de Dramaturgia: Carlos G. Melo; Interpretação: Carlos G. Melo, João Queirós, Rui Cerveira, Tiago Pereira; Cenografia: Fernando Jorge Lopes, Pedro Godinho; Figurinos: Alice Rôlo; Ilustração: João Queirós; Música: Tiago Pereira; Desenho de Luz: Paulo Correia; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Vitor Pinto Ângelo; Web Master: Filipe Oliveira; Design Gráfico: Catarina Pé-Curto; Fotografia: P2f atelier.

Maria Curie | de Mira Michalowska | encenação Sylvio Zilber (Brasil) | 2007

M/12

Peça da autora polaca Mira Michalowska tem base na vida e obra da cientista que descobriu o rádio e a radioatividade, laureada duas vezes com o prémio Nobel. Conta novamente com a encenação do ator brasileiro Sylvio Zilber. Integra o Ciclo EmCena a Ciência que tem o objetivo de promover uma relação estreita entre a Arte e a Ciência junto do público, dando a conhecer a vida e obra de grandes cientistas.

 

Sinopse

Mary Mattinglej Melonej é uma jornalista americana que fascinada pela personagem de Marie Curie resolve conhecê-la e entrevistá-la. Apesar de Marie Curie ter aversão aos jornalistas, aceitou ser entrevistada por ela várias vezes, revelando a sua vida e a sua obra, tal como, as circunstâncias em que o elemento rádio foi transportado dos Estados Unidos da América para a França e mais tarde para a Polónia.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Mira Michalowska; Tradução: Katarzyna Pereira; Versão Portuguesa: Isabel Leitão; Encenação e Dramaturgia: Sylvio Zilber (Brasil); Interpretação: Isabel Leitão; Cenografia e Assistência de Encenação: Fernando Jorge Lopes; Adereços e Assistência de Cenografia: Pedro Godinho; Figurinos: Arminda Moisés Coelho; Desenho de Luz: Paulo Correia; Seleção Musical e Sonoplastia: António Rocha; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Assistência de produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Web Master: Filipe Oliveira; Spot TV: L3 Video; Design Gráfico: Ringue; Fotografia: Sandra Ramos; Ciclo EmCena a Ciência

Maçãs Vermelhas | de Luís Matilha | encenação Fernando Jorge Lopes | 2006

M/6

Peça da autoria do escritor espanhol Luis Matilla, premiada pela Sociedade General de Autores y Editores de Teatro Infantil e Juvenil, inspirada em factos reais que nos convida a refletir sobre os direitos Universais das Crianças e do Homem, a igualdade de oportunidades, a amizade, o sem sentido das guerras e a crueldade de todos os muros que tentam aprisionar o ser humano.

 

Sinopse

Salim e Ariel são duas crianças que pertencem a dois diferentes povos que disputam o mesmo território, onde as desigualdades tornam, até hoje, impossível qualquer coexistência pacífica. Apesar dos seus povos viverem em guerra e de até os seus próprios pais não concordarem com a sua amizade, estas crianças, subvertendo as regras há muito estabelecidas neste conflito, tudo vão fazer para continuarem amigos.

 

Ficha Artística e Técnica:

Autor: Luis Matilla; Tradução: Isabel Leitão; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Adérito Lopes, Afonso Guerreiro, Isabel Leitão, Rui Cerveira; Cenografia e Adereços: David Oliveira e Fernando Jorge Lopes; Figurinos: Alice Rolo e David Oliveira; Música: Tiago Pereira; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Desenho de Som: Quim Tó; Vídeo: Paulo Banha; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Web Master: Filipe Oliveira; Web Film: YUMY Technology; Design Gráfico: RINGUE; Fotografia: Sandra Ramos.

Corrida Mirabolante | criação coletiva | encenação Fernando Jorge Lopes | 2006

Todos

Espetáculo de animação que conta com a interação do público. Em forma de uma divertida competição, este espetáculo de rua tem como objetivo salientar a importância dos nossos comportamentos no nosso quotidiano, como a separação seletiva dos resíduos e a manutenção da limpeza na via pública, recordando, assim, que é nos gestos mais simples que se encontra o futuro coletivo de modo a que vivamos num melhor ambiente.

 

Sinopse

Quatro concorrentes, nas suas respetivas viaturas construídas com materiais reciclados, disputam uma corrida dividida em três etapas. A cada um compete recolher, selecionar e separar detritos (vidros, embalagens, pilhas, cartão e papel) que se encontram no percurso para reciclar. Mas, nem todos disputam a corrida com honestidade para conseguir ser o primeiro…

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Guião: Teatro Extremo; Interpretação: Afonso Guerreiro/José Henrique Neto, Fernando Jorge Lopes, Isabel Leitão, Rui Cerveira;  Cenografia e Adereços: Jean Marc Dercle, Calisto; Figurinos: Alice Rolo; Consultor Musical: António Rocha; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Desenho de Som: Paulo Correia; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Vitória Horta/Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Web master: Filipe Oliveira; Fotografia: Sandra Ramos.

Os Saltimbancos | de Chico Buarque | encenação Arimatan Martins (Brasil) | 2004

M/4

Criação que resultou de um trabalho em progresso iniciado em 2002 com o encenador brasileiro Arimatan Martins, a partir de um workshop ministrado a professores, educadores e crianças sobre o teatro brasileiro contemporâneo, e que culminou na encenação desta peça com o Teatro Extremo que traz à cena com eficiência a questão das diferenças de oportunidades sociais, mostrando a união dos pequenos como um caminho para sobreviver e lutar pela justiça e igualdade de direitos.

 

Sinopse          

Uma gata, uma galinha, um jumento e um cão. Parece pouco, mas juntos podem muito. Desiludidos com o tratamento que os seus donos lhes dão, unem-se e partem em busca da tão sonhada liberdade. Tornam-se saltimbancos e formam um conjunto musical, tentando alcançar o sucesso na cidade. No caminho, encontram os seus antigos donos e resolvem vingar-se. Uma fábula musical para toda a família onde quatro animais protagonistas lutam pela justiça.

 

Ficha Artística e Técnica

Texto original: Luiz Enriquez, Sérgio Bardotti; Adaptação de texto e música original: Chico Buarque; Encenação: Arimatan Martins (Brasil); Interpretação: Ana Russo Alves, Carlos Fartura, Fernando Rebelo, Isabel Leitão, Patrícia Guida Magro; Cenografia: Fernando Jorge Lopes; Figurinos: Alice Rolo; Arranjo musical: Paulo Teixeira; Técnica vocal: António Rocha; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Operação Luz e Som: Sérgio Moreira; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos, Vitória Horta; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Design Gráfico: Catarina Pé-Curto; Web Master: Filipe Oliveira; Web Film: João Lima; Spot TV: l3 Vídeo; Fotografia: José Frade.

Lusitânea | criação coletiva | encenação Fernando Jorge Lopes | 2004

M/12

Espetáculo alusivo ao tempo da ocupação romana do território, ocorrida depois da morte de Viriato e Sertório, que integra o Ciclo Sem Rei nem Roque que compreende peças originais onde são retratadas épocas da História de Portugal vistas à luz do presente e daqueles cujos nomes não ficaram inscritos nos livros e enciclopédias.

 

Sinopse

Numa festa temática, cinco “amigas” da society lisboeta são atraídas por um esquema de simbolismos preparado por uma vidente. Roupas sugestivas e uma poção bebível estimulante fá-las recuar no tempo até à era lusitana. Aqui, serão escravas e protagonistas de um enigma semelhante àquele que procuram resolver na época moderna. Só que, enquanto no passado a sua baixa condição consegue uni-las, no presente as suas vidas não o permitem. Uma trama policial, de amor, ganância e ambição política, interpretada por um elenco exclusivamente feminino e situado entre a época romana e a atualidade.

 

Ficha Artística e Técnica

Texto e Coordenação: Fernando Jorge Lopes; Assistência de Coordenação: Rui Cerveira; Guião e Encenação: Coletivo; Interpretação: Antónia Terrinha, Catarina Santana, Isabel Leitão, Isabel Mões, Vanessa Dinger; Consultores de História: Elisabete Gonçalves, Francisco Silva (Centro de Arqueologia de Almada); Cenografia: Jean Marc Dercle; Figurinos: Alice Rolo; Movimento: Maria João Garcia; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Operação Luz e Som: Sérgio Moreira; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Vitória Horta; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Design Gráfico: RINGUE; Web Master: Filipe Oliveira; Web Film: João Lima; Spot TV: Film Connection; Fotografia: Sandra Ramos; Ciclo Sem Rei nem Roque.

Água | texto e encenação Antónia Terrinha | 2004

M/6

Espetáculo que se inseriu nas comemorações do Ano Internacional da Água, proclamado pela Assembleia-Geral das Nações Unidas sob o lema “Sem água, não há futuro”. A partir da metáfora do mundo doente a verter água, é retratada uma longa viagem pelo mundo fora, acompanhada por música e movimento que nos transporta para um universo simbólico e onírico. Fica a sugestão para uma reflexão em torno da problemática da escassez de água potável no Planeta.

 

Sinopse

Uma mulher parte em busca de água para dar ao seu filho. Percorre terras sem fim, mas não encontra água potável. Regressa, então, à cidade que a viu partir, com a mesma dor. Ter-se-á completado um ciclo de seca e aridez que apenas cessa quando mudarem as mentalidades? No fim, a esperança é simbolizada por um ramo de oliveira que nos aponta o caminho do futuro: “… transformarei terra e água…vida, vida, vida… O mundo é nosso, cabe a nós salvá-lo.”

 

Ficha Artística e Técnica

Autor, Dramaturgia, Encenação e Espaço Cénico: Antónia Terrinha; Interpretação: Antónia Terrinha, Fernando Ascenção, Isabel Leitão, Tiago Pereira; Figurinos: Isabel Leitão; Adereços: Nuno Bettencourt e Paulo Mosqueteiro; Movimento: Maria João Garcia; Músico: Tiago Pereira; Desenho de Luz: Quim Ferreira da Silva; Som: Vitor Costa; Operação de Luz: Sérgio Moreira; Web Film: João Lima; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Divulgação: Vitória Horta; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Design Gráfico: Fernando Oliveira; Web master: Filipe Oliveira; Fotografia: Sandra Ramos.

Velho Palhaço Precisa-se | de Mátei Visniec | coencenação Joseph Collard (Bélgica) e Fernando Jorge Lopes | 2003

M/12

Uma peça da autoria de Mátei Visniec, dramaturgo e jornalista romeno radicado em Paris, e dirigida pelo clown Joseph Collard, fundador da companhia belga “Les Founambules”, que com humor e sarcasmo aborda o tema da competição feroz entre as pessoas, a condição dos mais velhos na nossa sociedade. Uma proposta de reflexão às gerações futuras.

 

Sinopse

Respondendo a um anúncio, três velhos palhaços reencontram-se numa sala para serem recebidos em audição. Esperam conseguir uma oportunidade de emprego. Enquanto aguardam, relembram o seu velho passado, recheado de momentos de humor e sarcasmo.

 

Ficha Técnica e Artística

Autor: Matéi Visniec; Versão Portuguesa: José Henrique Neto; Encenação: Joseph Collard (Bélgica) e Fernando Jorge Lopes; Assistência de Encenação: Isabel Leitão; Interpretação: Fernando Jorge Lopes, José Henrique Neto, Rui Cerveira; Cenografia: Jean Marc Dercle; Figurinos: Alice Rolo; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Operação Luz: Sérgio Moreira; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Divulgação: Vitória Horta; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Design Gráfico: Tiago Pereira; Web Master: Filipe Oliveira; Web Film: João Lima; Spot TV: Miguel Matias; Fotografia: Sandra Ramos.

Histórias dentro de uma Mala | (2º Ato) criação coletiva | 2001

M/4

Contos de grandes autores portugueses e estrangeiros servem de inspiração para o Ciclo de Histórias dentro de uma Mala que o Teatro Extremo criou com o objetivo de reavivar a memória dos tradicionais contadores de histórias, despertando o imaginário das crianças por novas leituras.  

 

Sinopse          

O GIGANTE EGOÍSTA

Numa terra muito distante havia um gigante que tinha um jardim. Era um gigante muito mal-humorado e egoísta que não deixava nenhuma criança brincar lá dentro. Até que um dia uma das crianças ensinou ao gigante que o coração e a alma nada têm a ver com o tamanho do corpo. A partir de então, o gigante fez tudo para se redimir e sempre que a primavera chegava abria as portas do seu jardim para que nele pudessem brincar todas as crianças. Uma história maravilhosa que nos lembra que dividir o que temos nos torna mais ricos.

Um conto de Oscar Wilde com interpretação de Rui Cerveira.

 

OS 3 COSMONAUTAS

A Dra. Nitrogénia Sostrova, Engª astrofísica de gabarito, conta-nos uma história por entre coloridos tubos de ensaio: desde que a humanidade sonhou com o cosmos que os homens desejam alcançá-lo. Para ir de encontro a este desejo, foram enviados astronautas de vários pontos do globo, que acabam por chegar ao mesmo tempo a Marte – o planeta vermelho. A esta viagem segue-se uma outra, ao mundo interior de cada um, onde se revelam os medos em relação ao que é diferente. Após algumas peripécias, acabam por aprender a aceitar essa diferença.

Um conto de Umberto Eco com interpretação de Isabel Leitão.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Direção de Atores: Fernando Jorge Lopes; Música: André Louro; Cenografia e Figurinos: Teatro Extremo; Adereços: Ana Taipas e Jean Marc Dercle; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Divulgação: Vitória Horta; Secretariado e Assistência de Produção: Paula Almeida.

Cont.Act | criação coletiva | encenação Fernando Jorge Lopes | 2003

M/6

Espetáculo concebido para a abertura do Internacional Chidren’s Festival of Performing Arts, em Nova Deli, India. Assente num conceito de modernidade, proporciona uma visão mítica e representativa da alma secreta de Portugal. Um espetáculo musical, onde são recriados ambientes sonoros e populares, principalmente da região do Norte do nosso país.

 

Sinopse

Uma violenta tempestade arrasta um náufrago até à praia de uma ilha exótica que tem por nome Portugal. Este estranho, numa terra estranha, é surpreendido por rituais iniciáticos nos quais participa e que alteram profundamente a sua relação com o universo. Uma experiência pessoal que reflete a procura eclética de um sentido para a vida, sensação que se estende ao público presente.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Fernando Jorge Lopes, Isabel Leitão, Rui Cerveira e Tiago Pereira; Música: Tiago Pereira; Produção Executiva: Joana Mora Ramos e Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida.

Miauzz - Ratsódia para todos | autoria e encenação António Rocha | coprodução Armadilha | 2003

Todos

Espetáculo de música ao vivo dirigido à família com um elenco composto por professores e músicos, devedores de estudos sobre psicologia da música e, em particular, da obra de Edwin Gordon, investigador e pedagogo musical norte-americano. Pai/mãe e filho dos 0 aos 5 anos interagem diretamente no palco, enquanto que na plateia assistem os familiares.

 

Sinopse

Era uma vez um gato maltês, muitos ratitos, um caracol inglês e … um queijo enorme. Ratos que tocam, piano que chia, um gato que mia e ratos que dançam. E ainda um contrabaixista, um pianista, mais o flautista e o baterista. O que é? Uma ratsódia para todos.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: António Rocha; Encenação: Armadilha; Direção musical: António Rocha e Katarzyna Pereira; Interpretação: António Rocha, Arminda Moisés Coelho, Jorge Iglésias, Katarzyna Pereira, Miguel Cintra, Rosário Brás/Manuel Vieira; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Coprodução Teatro Extremo e Armadilha.

A Coisa Mai Linda... | criação coletiva | coprodução Piajio | 2003

Todos

Um espetáculo de animação de percurso pelas ruas, com paragem num espaço mais amplo (praça, largo, jardim, etc.) onde as situações se repetem, mas sempre com uma novidade. Espetáculo concebido com pouco texto, extensível a outras línguas (português, castelhano e francês).

 

Sinopse

A família dos de Barantini, uma família muito peculiar que faz lembrar os antigos vendedores da banha da cobra, aparecem numa carrinha velha com muito alarido para vender o elixir da eterna juventude e apresentar a maior atração de sempre, a coisa mai linda do mundo: o filho primogénito dos de Barantini.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Interpretação: Rui Cerveira, Fernando Jorge Lopes, Jean Marc Dercle e Marco Bosh; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Coprodução Teatro Extremo e Piajio.

Amigos e Sarilhos | Antónia Terrinha | coprodução Antónia Terrinha, Fernando Ascensão, José Graça e Arménio Teixeira | 2003

M/4

Uma história recheada de magia, jogo teatral, humor e sensibilidade que nasce da vontade de juntar duas das vertentes que preenchem o universo infantil: um espetáculo de palhaços com a descoberta daquilo que é a amizade.

 

Sinopse

A história de dois palhaços que no meio da sua solidão se encontram e descobrem a amizade. Teodoro é um viajante sem lar. A sua casa é cada novo lugar que encontra. Nunca recebeu uma carta por não ter endereço fixo. Vivinícios, ao contrário, vive isolado numa pequena barraca da qual fez o seu mundo. As suas vidas cruzam-se e, para espanto dos mesmos, um forte sentimento de amizade floresce entre eles.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor, Dramaturgia, Encenação e Cenografia: Antónia Terrinha; Interpretação: Fernando Ascenção e José Manuel Graça; Música: Arménio Teixeira; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Design Gráfico: Fernando Oliveira; Fotografia: Luís Rocha; Coprodução Teatro Extremo e Antónia Terrinha, Fernando Ascenção, José Graça e Arménio Teixeira.

Brinquedos.com | criação coletiva | encenação Fernando Jorge Lopes | 2002

M/4

A estrutura do espetáculo desenrola-se a partir de um estudo de jogos de computador e da sua publicidade feita nos media. O texto é resultado de um atelier de escrita teatral sobre o tema do excesso de brinquedos na sociedade contemporânea, nomeadamente nos momentos de euforia consumista (aniversários, festividades, etc.). Ao nível plástico, a estética do espetáculo evolui de formas humanas e grotescas para formas androides e mutantes. Um espetáculo interativo com o público, em que cada representação tem um espetador no papel de deus ex-máquina/jogador colaborador na intriga da peça.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Dramaturgia, Encenação e Conceção Plástica: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Rui Cerveira, Paula Só e Célia Ramos; Música: André Louro; Operação Luz e Som: Daniel Verdades; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida.

Giraldo | criação coletiva | encenação Fernando Jorge Lopes | 2002

M/12

Espetáculo alusivo ao período da fundação do Reino que integra o Ciclo Sem Rei nem Roque que compreende peças originais onde são retratadas épocas da História de Portugal vistas à luz do presente e daqueles cujos nomes não ficaram inscritos nos livros e enciclopédias.

 

Sinopse

Num acampamento de escuteiros dá-se um estranho fenómeno. Todos adormecem e têm o mesmo sonho, enredando-se numa viagem que os leva ao tempo da fundação do reino e participam numa epopeia sobre os feitos e acontecimentos em que participou Geraldes – o Sem Pavor, num tempo em que Portugal começou a pertencer à História do mundo, ao desenhar as suas fronteiras.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Dramaturgia e Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Fernando Jorge Lopes, Isabel Leitão, José Carlos Oliveira Rui Cerveira e Rui Sá; Consultores de História: Francisco Silva e Elisabete Gonçalves (Centro de Arqueologia de Almada); Cenografia e Adereços: Jean Marc Dercle; Figurinos: Alice Rolo; Movimento: Maria João Garcia; Música: Rui Sá; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Operação Luz e Som: Daniel Verdades; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Promoção e Divulgação: Isabel Leitão e Joana Mora Ramos; Fotografia: Jorge Feliciano; Ciclo Sem Rei Nem Roque

Nãnã & Talital | criação coletiva | 2001

M/4

Espetáculo baseado na linguagem de clown concebido para a primeira edição de Sorriso de Natal com o Alto Patrocínio da Presidência da República, iniciativa de solidariedade com o apoio da Câmara Municipal de Almada que o Teatro Extremo promove em conjunto com as Juntas de Freguesia do Concelho de Almada com o objetivo de festejar a Quadra Natalícia com a comunidade escolar, em que o principal presente é o Teatro.

 

Sinopse

O Pai Natal desapareceu do Pólo Norte. Os seus dois ajudantes vêm à cidade, em forma de duende e limpa chaminés, para o tentar encontrar. Por sua vez, o Pai Natal, disfarçado de carteiro, repara que só as crianças o vêem e recebem as suas encomendas, pois, os adultos estão sempre cheios de pressa. No final, as crianças acabam por descobri-lo, aos olhos dos seus dois ajudantes.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Interpretação: Fernando Jorge Lopes, Paulo Duarte e Rui Cerveira; Música: André Louro; Produção Executiva: Sofia Oliveira.

Cabaret da Coxa | criação coletiva | 2001

M/16

Espaço de encontro que o Teatro Extremo promoveu no foyer do Teatro Extremo num ambiente de cabaret, onde a anfitriã, a “Coxa”, interpretada por diferentes atores masculinos, contava com diferentes convidados e intervenções ao nível do teatro, música, poesia, magia e artes plásticas.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Fernando Jorge Lopes, Paulo Duarte; Interpretação: Fernando Jorge Lopes, Paulo Duarte e Rui Cerveira; Música: André Louro.

Histórias dentro de uma Mala | (1º Ato) criação coletiva | 2001

M/4

Contos de grandes autores portugueses e estrangeiros servem de inspiração para o Ciclo de Histórias dentro de uma Mala que o Teatro Extremo criou com o objetivo de reavivar a memória dos tradicionais contadores de histórias, despertando o imaginário das crianças por novas leituras.   

 

Sinopse           

A RAZÃO DO PAI NATAL TER BARBAS BRANCAS

Como toda a gente sabe e os meninos melhor que ninguém, o Natal é uma coisa muito velha. O que nem toda a gente sabe é que no início ele não era pai, nem era velho e não tinha, portanto, barbas brancas…

Um conto de Jorge de Sena com interpretação de Paulo Duarte.

 

OS GNOMOS DE GNU

Num futuro não muito distante que nem queremos imaginar, aconteceu que o Planeta Terra já tinha sido todo explorado. Então, o Imperador enviou o Explorador Galáctico (E.G.) para que descobrisse novos planetas para os colonizar. Perdido na imensidão do espaço, o E.G. descobriu o planeta Gnu onde, para sua surpresa, foram os seus habitantes, os Gnomos, que lhe deu uma lição de ecologia para melhorar a Terra.

Um conto de Umberto Eco com interpretação de Isabel Leitão.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Direção de Atores: Fernando Jorge Lopes; Música: André Louro; Cenografia e Figurinos: Teatro Extremo; Adereços: Ana Taipas, Jean Marc Dercle; Produção Executiva: Sofia Oliveira.

Cidade Esmeralda | de António Cabrita | encenação Fernando Jorge Lopes | 2000

M/12

O Teatro Extremo estreou uma peça inédita de António Cabrita escrita a pensar na Companhia e nas suas instalações e que foi contemplado com o programa de apoio à Dramaturgia Portuguesa da Fundação Calouste Gulbenkian.

 

Sinopse

Uma sala de cinema dos subúrbios que ultimamente tem vindo a ser abandonada pelo público, tem espetadores para a matiné pelo motivo mais insólito: aproxima-se um tufão e pessoas que se encontravam nas imediações escolheram o cinema para se refugiar. Após várias peripécias, quando passa a tempestade, voltam à rua e cada um parece, pela primeira vez, consciente da sua solidão. Um primeiro passo para fazerem algo pelas suas vidas.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: António Cabrita; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Isabel Leitão, Joana Brandão, Rui Cerveira, João Azevedo, Paulo Duarte; Cenografia e Figurinos: Susana Machado; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Montagem e Operação de Luz e Som: Daniel Verdades; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Design Gráfico: J.Q. Design; Fotografia: José Frade

A Volta ao mundo em 80 dias | de Júlio Verne | coprodução Snap Theatre (Reino Unido) e Teatro del Sol (Itália) | 2000

M/6

Coprodução com os Snap Theatre (Reino Unido) e o Teatro Del Sol (Itália) do European Theatre Network, na qual o Teatro Extremo cedeu um ator do elenco (Fernando Ascenção) para participar neste espetáculo inspirado na obra de Júlio Verne com estreia no Reino Unido e exibido em Itália e em Portugal no festival Sementes – Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público.

História Cómico-Marítima | criação coletiva | encenação Fernando Jorge Lopes | 2000

M/12

Espetáculo alusivo aos Descobrimentos Portugueses, com o qual o Teatro Extremo iniciou o Ciclo Sem Rei nem Roque que compreende peças originais onde são retratadas épocas da História de Portugal vistas à luz do presente e daqueles cujos nomes não ficaram inscritos nos livros e enciclopédias.

 

Sinopse

Numa máquina do tempo, dois amigos embarcam numa viagem ao passado indo até à época das grandes descobertas marítimas portuguesas, onde são confrontados com uma realidade que apenas conheciam dos livros de História. Uma versão divertida da descoberta do Brasil que leva o público a participar num passado tão marcante da memória coletiva dos portugueses.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Fernando Jorge Lopes, Rui Cerveira, Paulo Duarte/José Carlos Oliveira/Fernando Ascenção; Consultores de História: Francisco Silva, Elisabete Gonçalves (Centro de Arqueologia de Almada); Cenografia e Figurinos: Susana Machado; Música: João Balão; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Operação Luz e Som: Daniel Verdades; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Design Gráfico: J.Q. Design; Ciclo Sem Rei nem Roque

O Pescador e a sua Alma | de Oscar Wilde | encenação Paulo Duarte | 1999

M/6

Ao pegar num conto de Oscar Wilde, encontramo-nos perante um dos maiores escritores da literatura universal. Wilde, influenciado pelo espírito da época da “arte pela arte”, sentia igualmente uma impulsiva necessidade de transformar a arte numa “questão pública”, não se conseguindo abstrair da relação social. Obra emblemática de todos os abismos e paixões esta é, sobretudo, uma história de amor, onde a sua importância é questionada.

 

Sinopse

Certo dia um jovem pescador descobre que no fundo das suas redes se encontra uma sereia. Tão bela que era a sereia e tão bem cantava ela que ele, cada vez gostava mais dela, até que lhe declarou o seu amor. A sereia, então, expõe a dificuldade desse amor. Ele era um ser humano, ela um ser do mar e como tal desprovida de alma. Somente se ele se despojasse da sua, era possível essa união. O pescador parte, então, em busca de alguém que o ajude a libertar-se da alma.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Oscar Wilde; Adaptação e Dramaturgia: Fernando Jorge Lopes; Tradução: Paulo Brito; Encenação: Paulo Duarte; Interpretação: Dina Nunes, Fernando Jorge Lopes, Karas/Paulo Brito, Patrícia Andrade; Figurinos: Susana Machado; Adereços: Dina Nunes; Coreografia: Chistiannne Galdino (Brasil); Música: Nanu e Tiago Pereira Bastos; Preparação Vocal: Tiago Pereira Bastos; Desenho de Luz: Celestino Verdades; Operação Técnica: Daniel Verdades; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Cristiana Pena; Promoção: Patrícia Faustino; Design Gráfico: Nuno Quá; Fotografia: Jorge Feliciano

Dois Perdidos numa Noite Suja | de Plínio Marcos | coprodução Harém de Teatro (Brasil) | encenação Fernando Jorge Lopes | 1999

M/12

Uma peça da autoria do dramaturgo espanhol contemporâneo Miguel Murillo que pelo seu conteúdo poderia perfeitamente inserir-se numa qualquer campanha eleitoral. A peça toca em temas como a demagogia e o falso moralismo de uma certa classe política que por aí anda, noutros comícios menos teatrais.

 

Sinopse

O público assiste ao ensaio de preparação do comício de um candidato político. Tudo se passa no salão paroquial, onde aconteceu na véspera uma passagem de modelos. Em breves instantes, dará início o grande comício do seu partido. O candidato, aproveitando estar só, divaga e faz comentários sobre a situação política e a sua vida privada. A rir e a brincar vai falando de assuntos muito sérios.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Miguel Murillo; Encenação: João Azevedo; Interpretação: Hélder Anacleto, Paulo Brito, Odete Neto; Música: André Louro; Desenho de Luz: José Carlos Pontes; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Coprodução Teatro Extremo e Teatro Inconveniente

O Comício | de Miguel Morillo | encenação João Azevedo | 1999

M/12

Uma peça da autoria do dramaturgo espanhol contemporâneo Miguel Murillo que pelo seu conteúdo poderia perfeitamente inserir-se numa qualquer campanha eleitoral. A peça toca em temas como a demagogia e o falso moralismo de uma certa classe política que por aí anda, noutros comícios menos teatrais.

 

Sinopse

O público assiste ao ensaio de preparação do comício de um candidato político. Tudo se passa no salão paroquial, onde aconteceu na véspera uma passagem de modelos. Em breves instantes, dará início o grande comício do seu partido. O candidato, aproveitando estar só, divaga e faz comentários sobre a situação política e a sua vida privada. A rir e a brincar vai falando de assuntos muito sérios.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Miguel Murillo; Encenação: João Azevedo; Interpretação: Hélder Anacleto, Paulo Brito, Odete Neto; Música: André Louro; Desenho de Luz: José Carlos Pontes; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Coprodução Teatro Extremo e Teatro Inconveniente

A Terra do Dia Antes | criação coletiva | 1999

Todos

Espetáculo criado em colaboração com o Centro de Arqueologia de Almada, num percurso em Almada Velha, guiado e animado teatral e musicalmente, reconstituindo-se episódios da História que aconteceram desde a Pré-História até à República.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Interpretação: André Louro, Dina Nunes, Paulo Brito, Paulo Duarte, Paulo Guerreiro; Música: André Louro; Consultores de História: Francisco Silva, Elisabete Gonçalves (Centro de Arqueologia de Almada); Produção Executiva: Sofia Oliveira

A Excepção e a Regra | de Bertolt Brecht | encenação Fernando Jorge Lopes - 1998

M/12

Espetáculo integrado nas comemorações do centésimo aniversário do nascimento de Bertolt Brecht que o Teatro Extremo estreou quando decorria a segunda Guerra do Golfo.

 

Sinopse

A história de uma viagem que geograficamente se situa algures num deserto, mas que é, também, uma viagem ao interior do ser humano, ao medo irracional e que não se controla. Uma viagem do espetador às dúvidas sobre a regra consagrada que não permite a exceção e reequaciona o papel da influência da sociedade ocidental no mundo de hoje.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Bertolt Brecht; Encenação e Dramaturgia: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Carlos Francisco, Dina Nunes, Mário Timóteo, Paulo Duarte, Paulo Guerreiro, Rui Cerveira, Paulo Brito, Tiago Pereira Bastos; Cenário: Rui Silvares; Figurinos: Alice Rolo; Música: João Balão; Desenho de Luz e Som: Ricardo Madeira; Vídeo: Miguel Ângelo; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Jorge Feliciano; Fotografia: José Frade

Mal d’Amor | criação coletiva | 1998

M/4

Espetáculo que juntou um elenco de três nacionalidades, Portugal, Brasil e Cabo Verde, dando corpo a um dos objetivos do Teatro Extremo de intercâmbio cultural e expansão no universo lusófono, fomentando o enriquecimento das nossas e suas experiências.

 

Sinopse

Um espetáculo em que se brinca com os encontros e desencontros de duas parelhas de clowns, os seus primeiros e inocentes amores, as suas primeiras e inocentes desilusões e descobertas. O despontar do feminino e do masculino. Uma peça com o perfume africano numa paisagem europeia.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Interpretação: Francisco Pellé (Brasil), Odete Mosso (Cabo Verde), Paulo Duarte (Portugal), Sílvia Lima (Cabo Verde); Desenho de Luz: Ricardo Madeira; Sonoplastia: Paulo Duarte; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Design Gráfico: Paulo Duarte; Fotografia: Jorge Feliciano

Romeu | de Romeu Correia | encenação Fernando Jorge Lopes - 1997

M/12

Espetáculo ao som de música ao vivo concebido para assinalar a inauguração do Fórum Municipal Romeu Correia, nos diferentes espaços deste equipamento cultura. A dramaturgia foi baseada na recolha e adaptação de excertos de obras do escritor almadense Romeu Correia.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Romeu Correia; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: António Carvalho, Dina Nunes, Carlos Quaresma, Cristina Morais, Fernando Jorge Lopes, José Carlos Oliveira, José Varela Franco, Miguel Vicente, Mónica Vaz, Paulo Brito, Paulo Duarte, Pedro Gonçalves, Rui Cerveira, Vanda Piteira; Músicos: André Louro, Rini Luyks; Produção Executiva: Sofia Oliveira

Vozes de Burro não chegam ao Céu | criação coletiva | encenação António Carvalho | 1997

Todos

Espectáculo de rua de carácter festivo concebido a convite do Festival Internacional de Gigantes em Palmela. Ao ritmo de música popular, atores de andas e cabeçudos movem-se pelas ruas, praças e jardins, tirando partido dos elementos das povoações como cenário (coretos, lagos, pelourinhos, escadarias, varandas, etc.).

 

Sinopse

O espetáculo desenvolve-se a partir de alusões ao milagre da natividade e às festas pagãs da Idade Média. Homens-burros celebram a união com o criador através do mais místico dos magnos alimentos – o vinho.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Encenação: António Carvalho; Interpretação: António Carvalho, Dina Nunes, José Carlos Oliveira, José Varela Franco, Paulo Brito, Paulo Duarte, Rui Cerveira, Vanda Piteira; Conceção Plástica: Paulo Duarte; Música: André Louro; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Design Gráfico: Paulo Duarte

Os Três Cosmonautas | de Umberto Eco | encenação Paulo Duarte | 1997

M/4

Inspirado no conto homónimo de Umberto Eco, o espetáculo aborda, sob a forma de uma viagem além-fronteiras, valores e referências éticas fragilizados em algumas sociedades, como a solidariedade e o respeito pelo diferente, numa recriação minimalista de linguagens inventadas e de uma pesquisa antropológica sobre universos gestuais.

 

Sinopse

Os cosmonautas tinham este nome porque iam explorar o Cosmos: que é o espaço infinito com os planetas, as galáxias e tudo o que têm à volta. Os Cosmonautas partiam e não sabiam se voltariam ou não, queriam conquistar as estrelas, para que um dia todos pudessem viajar de um planeta para outro, porque a terra se tornara demasiado apertada e os homens aumentavam de dia para dia.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Umberto Eco; Encenação: Paulo Duarte; Interpretação: Dina Nunes, Paulo Brito, Rui Cerveira, Fernando Ascenção/José Varela Franco; Conceção Plástica: Fernando Jorge Lopes; Música: André Louro; Coreografia: Ana Gouveia; Desenho de Luz e Som: Ricardo Madeira; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Design Gráfico: Rui Silvares; Fotografia: Carlos Nabais

XTC | criação coletiva | encenação Fernando Jorge Lopes | 1997

M/12

Um original da dramaturgia portuguesa contemporânea, levado à cena por um elenco de jovens criadores que manifestam as suas inquietações sobre o presente e o advir da sociedade moderna. De uma forte componente musical, executada ao vivo, com uma estrutura multimédia, foi concebido a partir de uma pesquisa na comunicação social da época e de testemunhos de jovens.

 

Sinopse

Um jovem urbano, representado por vários atores, reconstrói as suas experiências mais marcantes, conjuntamente com reflexos da sociedade que a ele se dedica e o elege como alvo da sua ação de condicionamento.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Ana Lídia, Dina Nunes, Fernando Jorge Lopes, José Carlos Oliveira, José Varela Franco, Paulo Duarte, Rita Wengorovius, Rui Cerveira; Músicos: Carolina Vasconcelos (voz), Hugo Osguinha (bateria e precursão), Paulo Pires (guitarra), Paulo Brighenti (baixo); Coreografia: Ana Gouveia; Figurinos: Carolina Vasconcelos; Desenho de Luz e Som: Ricardo Madeira; Produção Executiva: Sofia Oliveira

Os Gnomos de Gnu - Uma Aventura Ecológica | de Umberto Eco | encenação Fernando Jorge Lopes | 1996

M/4

Uma recriação do conto homónimo de Umberto Eco. Uma maravilhosa e fantástica aventura dos descobrimentos que assume a forma de uma viagem espacial. Num estilo grotesco e cómico, quase sem palavras, o espetáculo resulta numa reflexão sobre os problemas ecológicos, a intoxicação quotidiana e os colonialismos.

 

Sinopse

Num futuro não muito distante, que nem queremos imaginar, aconteceu que o planeta Terra já tinha sido totalmente explorado. Então, o imperador enviou o explorador galáctico (e.g.) para que descobrisse novos planetas para os colonizar. Perdido na imensidão do espaço, o e.g. descobriu o planeta Gnu onde, para sua surpresa, foram os seus habitantes, os gnomos, que lhe deram uma lição de ecologia para melhorar a terra.

 

Ficha Artística e Técnica

Autor: Umberto Eco; Encenação: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Ana Lídia, Dina Nunes, Fernando Jorge Lopes, Paulo Duarte, Rui Cerveira; Cenografia: Paulo Duarte; Coreografia: Ana Gouveia; Figurinos: Alice Rolo; Música: André Louro; Desenho de Luz e Som: Ricardo Madeira; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Design Gráfico: João Prazeres; Fotografia: Paula Albuquerque

O Capuchinho Branco-Sujo | criação coletiva | 1995

M/4

Este original é uma desconstrução do conto tradicional “O Capuchinho Vermelho” que, ao som de música ao vivo, apela à intervenção do público, visando sensibilizar os mais novos para os princípios da higiene urbana e o respeito pela Natureza.

 

Sinopse

Uma criança irreverente, agente poluidor e desrespeitador do meio ambiente passeia pelos jardins da cidade a caminho de casa da avó, quando é surpreendido pelo Lobo Mau, defensor do ambiente, que no final, com a ajuda da Avozinha, dá uma lição de bom comportamento ecológico ao Capuchinho, o verdadeiro vilão desta história.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Direção de Atores: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: André Louro, Paulo Duarte, Rui Cerveira; Música: André Louro; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Fotografia: Paula Albuquerque

Os Infernos da Barca | criação coletiva | 1994

M/12

A primeira criação do Teatro Extremo, Os Infernos da Barca, estreou no ano da sua fundação, 1994, e foi representada durante 6 anos consecutivos.

Sob a forma de rapsódia teatral, este espetáculo, composto por uma sucessão de quadros, aborda diferentes autores, linguagens e estéticas, procurando motivar os jovens para a reflexão sobre a realidade social, através de textos de épocas tão distintas, como o Séc. XVI, XVII e XX.

 

Sinopse

Quatro atores surpreendem o público quando, no lugar de representar o clássico de Gil Vicente “Auto da Barca do Inferno”, apresentam o teatro de Shakespeare, Brecht, musical e teatro dança. Advertidos para cumprir com a representação da obra vicentina, interpretam uma versão modernista do “Auto”, onde as barcas são substituídas por secretárias de agências de viagem e os personagens tipo por personagens da atualidade.

 

Ficha Artística e Técnica

Criação Coletiva; Interpretação: Mário Timóteo/André Louro/José Carlos Oliveira/José Varela Franco, Fernando Jorge Lopes, Paulo Duarte, Rui Cerveira; Figurinos: Alice Rolo; Coreografia: Ana Gouveia; Música: Otelcana; Produção Executiva: Sofia Oliveira; Design Gráfico: Miguel Falcato; Fotografia: Isabel Sá

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Teatro Extremo - Mythos 10

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