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dezembro, 2018

08dez21:0000:00Fazer uma fogueira21:00 - 00:00 Rua Conde Ferreira, 2800-016 Almada

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Detalhes do Evento

“FAZER UMA FOGUEIRA”

de ALBERTO LUENGO a partir dos contos de JACK LONDON

Território do Alaska, finais do séc. XIX. As margens do rio Yukon atraem muitos homens que sobem a Costa Oeste dos Estados Unidos em busca da riqueza imediata, acreditando que a sorte lhes sorrirá sob a forma de algumas pepitas de ouro – ou até mesmo de um filão inteiro. Gente com pouco ou nada a perder, para quem o medo e o convívio permanente com a morte são ossos do ofício.

Jack London foi um desses homens que se colocou inteiramente nas mãos do destino e enfrentou a mais terrível fronteira que a natureza delimita à humanidade: o grande silêncio branco. A partir do seu testemunho, vertido numa colecção de contos sobre os anos de garimpo, o estreante dramaturgo espanhol Alberto Luengo compôs um novo e singular objecto dramático: uma aventura pelos territórios mais inóspitos da natureza e do homem, que nos arrasta – contra todo o bom senso – nessa vertigem de encontrar um frio brilho dourado. (Karas, Abril de 2017)

 

Autor Alberto Luengo (segundo Jack London); Intérpretes (por ordem de entrada em cena): Marco Mendes (“Kink”), Paulo Diegues (“Bill”), Joaquim Pedro (“Jim”), António Rodrigues (“Tom, o Novato”), Cristina Gonçalves (“Jean-Baptiste, o Mestiço”); Cenografia Carlos Janeiro; Guarda-roupa e iluminação Gabriel Orlando; Cartaz Chema Román; Fotografia de Cena António Coelho; Assistente de Encenação Cristina Gonçalves; Tradução, Dramaturgia, Encenação Karas; Produção Ninho de Víboras (2017); Apoios Teatro Extremo, Atelier Gabriel Orlando

M/12 | 180’ (com intervalo)

Hora

(Sábado) 21:00 - 00:00

Local

Teatro-Estúdio António Assunção

Rua Conde Ferreira, 2800-016 Almada

Organizado por

Teatro Extremo

Teatro-Estúdio António AssunçãoRua Conde Ferreira, 2800-016 AlmadaO espaço que albergou o Mercado Abastecedor (até 1975), a Oficina de Cultura (entre 1977 e 1988) e o Teatro Municipal (de 1988 até 2005), é, desde 13 de fevereiro de 2015, o Teatro-Estúdio António Assunção. Situado no centro histórico, num edifício requalificado pela Câmara Municipal de Almada, é a nova casa das artes performativas, reforçando a Rede Municipal de Equipamentos Culturais.

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