//for don't appear more videos in youtube

junho, 2025

26jun18:30À SOLEIRA DA PORTAAPRESENTAÇÃO LIVRO . EDUARDO RAPOSO18:30 Teatro-Estúdio António Assunção, Almada

Detalhes do Evento

Quatro décadas de Jornalismo – Entrevistas, Crónicas e outras Estórias Transtaganas de Eduardo Raposo

Apresentação de José Manuel Castanheira .  26 Junho Quinta 18H30

Excertos dos Textos de Pedro Tadeu, António Nabo, José Manuel Castanheira, Eugénio Alves e Ana Paula Amendoeira

A relevância do trabalho do Eduardo advém igualmente das personalidades e acontecimentos, entrevistadas ou objetos de análise, que aparecem neste livro. Temos nestas páginas alguns dos pensadores, dos artistas, dos intelectuais e dos eventos mais importantes da história contemporânea do nosso país, Portugal, e, só por isso, este livro merece uma atenção especial – até porque alguns deles, por motivos ideológicos, de modas passageiras, de preconceitos desinformados, ou até pela mera passagem do tempo, tendem a ser esquecidos. Aqui, mais uma vez, ao contrariar essa tendência destrutiva, se demonstra como a hierarquização dos temas e das pessoas que o Eduardo M. Raposo faz nesta obra, resulta num exercício de eloquente relevância social e de como, ao exercer esse poder, o jornalista e escritor que ele é, demonstra copiosamente, ser o cidadão empenhado e cons­ciente que durante estes 40 anos sempre foi.  Pedro Tadeu (Jornalista)

As crónicas têm esta região como objeto e os alentejanos como pano de fundo, onde quer que eles estejam. Podem estar a cantar em Paris ou em Almada, mas nem por isso são menos alentejanos do que aqueles que vivem na Cuba, em Castro Verde ou em Nisa. Miguel Torga, descreveu os alentejanos como seres íntegros e dignos. “(…) O meio defendeu­‑o duma promiscuidade que o atingiria no cerne. Manteve­‑o, vertical e sozinho, para que pudesse ver com nitidez o tamanho da sua sombra no chão. Modelou­‑o, de forma a que nenhuma força, por mais hostil, fosse capaz de lhe roubar a coragem, de lhe perverter o instinto, de lhe enfraquecer a razão.” Eduardo Raposo é um destes alentejanos. António M. Santos Nabo (Director da Folha de Montemor)

Tal como muitas personagens de Tchekhov que quando falam parecem estar sempre a pensar noutra coisa. Sintoma de alguém que vive permanente inquietação; talvez também insatisfação e breve melancolia. O Eduardo tem uma energia subtil e sobressaltante, uma raiz que lhe confere permanente necessidade de responsabilidade social. (…) Move­‑se em permanente labuta pela sobrevivência de identidades ameaçadas e tem o esplendor do grande Alentejo sempre, sempre, como pano de fundo. (…) Militante, eventualmente romântico, de uma visão da Cultura como epicentro da actividade humana, Eduardo é sobretudo um herói errante e persistente de aventuras e desventuras numa exaltante galeria Quixotesca. José Manuel Castanheira (Cenógrafo)

Alentejano de corpo inteiro, este singular companheiro de jornais e revistas não se tem limitado porém à escrita. Provam­‑no a sua ligação a projectos edito­riais como a Memória Alentejana ou a intervenção cívica e cultural, nomeadamente na direcção da secular Casa do Alentejo ou na promoção de jornadas de divulgação e reflexão histórica da vida do país e da sua pátria transtagana. Eugénio Alves (Jornalista)

Desde os mais eminentes nomes da nossa cultura, (…) até aos poetas populares e figuras tão importantes para a cultura do Alentejo, mas às vezes tão injustamente desconhecidas mesmo na sua região (…) todos, todos têm sido tratados com a mesma dignidade, visibilidade, atenção e cuidado por Eduardo Raposo. A todos valoriza e atribui a atenção que merecem! Isso é muito, é de louvar e de agradecer e acrescenta sim a nossa terra. Regista, deixa para memória futura o que muitas vezes ficaria esquecido. Tem sido um caminho longo, uma corrida de fundo em prol desta terra alentejana, dos seus e das suas sub­‑regiões, aldeias e vilas e cidades. Este conjunto de textos que vem desde os anos 80 do século XX até aos dias de hoje é um legado importante sobre o valor e a diversidade da nossa terra e por isso lhe somos todos devedores e obrigados. Ana Paula Amendoeira (Vice-presidente da CCDR Alentejo para a Cultura)

Ver Mais

Hora

(Quinta) 18:30

Local

Teatro-Estúdio António Assunção, Almada

Teatro-Estúdio António Assunção, Almada

Teatro Extremo - Mythos 10

Teatro ExtremO

Subscrever a Newsletter para receber informação atualizada

Newsletter subscrita com sucesso!

X