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Adivinha Quanto Eu Gosto De Ti


“Adivinha Quanto Eu Gosto de Ti” conta-nos a história de duas pequenas lebres — uma grande e uma pequena — descobrem o mundo à sua volta e tentam medir o quanto gostam uma da outra.
— Gosto de ti até ao fim das folhas…
— Gosto de ti até ao topo da árvore!
Mas quanto mais tentam medir o amor, mais percebem que ele é infinito, invisível e sentido como o vento, a luz e o som.
A partir do livro do escritor irlandês Sam McBratney, o espetáculo segue o ritmo da descoberta: o nascer do dia, o crescer das sombras, o adormecer e o renascer do amor a cada novo gesto.
69ª criação Teatro Extremo | 2026
Temporada Teatro-Estúdio António Assunção
Duração: 45’
Classificação etária: M/3
Ficha Artística e Técnica
A partir do livro “Adivinha Quanto Eu Gosto de Ti” de Sam McBratney e ilustração de Anita Jeram; Dramaturgia e Encenação: Bibi Gomes; Interpretação: Ana Arinto e César Melo; Música: João Dacosta e João Lima; Direção de Movimento: Bárbara Salvador; Cenografia e Imagem: Dora Sales; Figurinos e Caracterização: Pessoa Júnior; Desenho de Luz: Daniel Verdades; Direção Técnica: Celestino Verdades; Técnicos de Palco, Operação Luz e Som: Celestino Verdades, Daniel Verdades e Sandro Esperança; Técnico de Som: Sandro Esperança; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Design Gráfico: P2F Atelier; Videógrafo: Leonardo Oliveira; Fotografia: José Frade; 69ª criação do Teatro Extremo
Trailler do espetáculo Adivinha Quanto Eu Gosto De Ti
Volta Ao Mundo Em 80 Caixas


Viaje pelo mundo com o Teatro Extremo.
Júlio Verne ofereceu-nos uma viagem de aventuras em “A Volta ao Mundo em 80 Dias”. O seu romance desperta em nós a ilusão de conhecer o distante e o desconhecido. Ele propõe-nos uma viagem imaginária pelo mundo.
Tomando esta referência literária, perguntamo-nos como transportar para o teatro este espírito de viajar através da imaginação, cheio de surpresas e agradáveis sugestões. Assim surge “Volta ao Mundo em 80 Caixas”.
Sem sair de um armazém, de balão, barco ou camelo, os três protagonistas desta história darão a volta ao mundo, mas em 80 caixas. E sem palavras!
Porque cada espectador escolherá as suas em cada um dos gestos, bem como as cores das paisagens que as diferentes cenas lhe sugerem.
Nesta, como em outras peças, acreditamos que existem vários pontos em comum entre crianças e adultos. E eles encontram-se no espaço da magia e da surpresa. Por isso, este espetáculo, na sua aparente simplicidade, transporta a pura fascinação.
68ª criação Teatro Extremo | 2026
Temporada Teatro-Estúdio António Assunção
6 a 29 Março
Sábado 16H Domingo 11H
Duração: 60’
Classificação etária: M/6
Ficha Artística e Técnica
A partir de “A Volta ao Mundo em 80 Dias” de Júlio Verne; Guião: Markeliñe; Encenação: Markeliñe (Joserra Martínez); Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Victor Caetano; Cenografia e Adereços: Markeliñe; Figurinos: Marieta Soul; Desenho de Luz: Paco Trujillo; Direção Técnica: Celestino Verdades; Técnicos de Palco, Operação Luz e Som: Celestino Verdades, Daniel Verdades e Sandro Esperança; Técnico de Som: Sandro Esperança; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Colaboração na Produção: Cortijarte; Imagem e Design Gráfico: P2F Atelier; Fotografia: José Frade; Videógrafo: Leonardo Oliveira; 68ª Criação Teatro Extremo; Coprodução Teatro Extremo e Markeliñe
Trailler do espetáculo Volta Ao Mundo Em 80 Caixas
Absolutamente Liberal


Num escritório corporativo contemporâneo um grupo de homens e mulheres de negócios vê-se preso nas suas rotinas diárias de competição feroz, ambições pessoais e interesses financeiros. Eles trabalham numa grande corporação e fazem parte de uma elite que define as regras da economia, mas a sua vida profissional tornou-se uma prisão de cifras e status, sem margem para o que significa realmente o verdadeiro significado de liberdade, identidade e justiça.
Durante uma festa de natal esse grupo é “transportado” para o passado de Portugal, mais precisamente ao segundo quartel do século XIX, num período de disputa pelo poder entre liberais e absolutistas, cartistas e setembristas.
Nesta época, onde o povo português se sentia desorientado, muitas vezes sem sequer ter a convicção do lado que devia defender, depois do trauma causado pelas invasões francesas, o grupo de “executivos” assume o papel de gente comum.
Aí vivem a tenção e as escolhas entre a estabilidade anacrónica protagonizada pelos defensores do rei absoluto e uma ambígua liberdade “oferecida” pelas fações liberais, tornando-se assim protagonistas numa guerra que também poderá definir as suas próprias vidas.
Após o seu “regresso ao futuro”, há quem não aprenda nada com o passado e siga cometendo os mesmos erros, ou ainda os acentue mais.
67ª criação Teatro Extremo | 2025
Temporada Teatro-Estúdio António Assunção
4 a 21 Dezembro
Quinta a Sábado 21H30 Domingo 16H
Duração: 80’
Classificação etária: M/12
Ficha Artística e Técnica
Cocriadores do Texto: Antónia Terrinha, Bibi Gomes, César Melo, Pedro Luzindro, Victor Caetano e Fernando Jorge Lopes; Coordenação Artística: Fernando Jorge Lopes; Interpretação: Antónia Terrinha, Bibi Gomes, César Melo, Pedro Luzindro e Victor Caetano; Movimento e Assessoria à Coordenação Artística: Maria João Garcia; Cenografia: Jean Marc Dercle; Figurinos: Miguel Falcato; Costureira: Catarina Lopes Alves; Desenho de Luz: Daniel Verdades; Sonoplastia e Desenho de Som: Sandro Esperança; Música: Pedro Luzindro; Direção Técnica: Celestino Verdades; Técnicos de Palco: Celestino Verdades, Daniel Verdades e Sandro Esperança; Direção Produção: Sofia Oliveira; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Design Gráfico: P2F Atelier; Fotografia: José Frade; Videógrafo: Leonardo Oliveira
Natural_MEntE




“Natural_Mente” é uma coprodução entre o Teatro Extremo e as Produções Acidentais e tem como finalidade a criação de personagens e de situações encantadoras e excêntricas que se atravessam e se misturam com o público para uma experiência imersiva e alegre transgredindo o seu quotidiano.
Para tal a comicidade, a imagem plástica e a estranheza estarão na base desta criação, gerada durante o seu processo de trabalho e que é encarada como uma celebração, chamando igualmente a atenção para aspetos limite do comportamento humano.
Através das características próprias das performances de rua e contando com uma variedade de ideias artísticas imaginárias e fora do normal, propostas quer pela encenação, bem como pelo elenco, esta criação interpela um público “despreparado” e que habitualmente não têm apetência pelo usufruto do teatro dentro de portas.
Para a concretização destas performances o Teatro Extremo convidou a companhia inglesa Natural Theatre Company, estrutura com 45 anos de existência, com espetáculos apresentados pelo mundo inteiro e considerada por muitos a companhia líder mundial em teatro de rua, a qual realiza um teatro inclusivo, interativo, envolvente e acessível, nos lugares mais inesperados.
Natural_Mente é um conjunto de performances teatrais e de percurso realizadas em espaços públicos e abertos destinadas a todos os públicos.
São quatro as performances, cada uma delas com uma duração aproximada de 45 minutos e que se diferenciam entre si pelas situações propostas à partida.
“Eternautas” Um grupo de eternautas (viajantes eternos), depois de uma longa viagem volta à terra para recolher amostras de objetos que as pessoas dos dias de hoje descartam para o chão. Uma performance sem palavras que, através do humor, alerta para a falta de consciência que muitas vezes existe na desvalorização do ambiente urbano.
“Giro” Um grupo de carteiros dos tempos antigos, entrega aos transeuntes, cartas. Essas cartas são o mote para valorizar uma relação mais próxima entre as pessoas, ao invés da desumanidade das novas tecnologias. Cartas de amor, cartas de parabéns, cartas de agradecimento, de saudade, perfumadas, com belas caligrafias, são entregues ao público com o máximo carinho e bom humor. Esta performance tem um texto improvisado que resulta do contacto com os diferentes membros do público abordado.
“Novelo” Um grupo de velhas senhoras usam as suas habilidades na confeção de roupa de lã, para relembrar as nossas antepassadas, duma era em que as roupas não eram produzidas em massa e em que o desperdício era mínimo, ou inexistente. Um alerta para a sociedade de consumo e de desperdício que a indústria do vestuário promove e que tem implicações nas nossas vidas quotidianas, com a poluição das águas e do ambiente em geral. Esta performance tem um texto improvisado através de situações humorísticas e que resultará do contacto com os diferentes membros do público abordado.
“Flores” Uma performance sem palavras, onde um quadro vivo e em movimento, de personagens típicas que participaram na nossa revolução dos cravos, oferece ao público transeunte, uma renovada esperança no cumprimento dos valores do 25 de Abril.
Rider Técnico: Não disponível
66ª criação Teatro Extremo | 2025
Duração: 45’
Classificação etária: M/3
Ficha Artística e Técnica
Encenação: Natural Theatre Company; Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Ricardo Madeira e Sara Castanheira; Figurinos: do Coletivo; Aderecista: Daniel Verdades; Costureira: Rosa Batata; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Produção Executiva: Fernando Jorge Lopes e Bibi Gomes; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Fotografia: José Frade; Vídeo: César Melo
Trailler do espetáculo Natural_Mente Eternautas
Trailler do espetáculo Natural_Mente Novelo
Trailler do espetáculo Natural_Mente Flores
Combustível


Estamos aqui para queimá-los … como combustível.
A história da peça é situada no período hipotético da nova idade do gelo, provocada pela ação humana conjugada pela própria natureza. Um professor catedrático, sozinho numa caverna de uma biblioteca encontra-se perante um dilema uma vez que o frio é demasiado intenso. Tudo o que era combustível já foi queimado… Agora os livros. No meio desta angústia, surge um homem que procura abrigo…
Rider Técnico: Completo
64ª criação Teatro Extremo | 2024
Duração: 55’
Classificação etária: M/14
Ficha Artística e Técnica
Texto e dramaturgia: Fábio Christian; Ideia original: Fernando Jorge Lopes e Francisco Pellé; Encenação: Arimatan Martins; Interpretação: Fernando Jorge Lopes, Francisco Pellé e Andressa Santos (atriz convidada Brasil); Cenografia: Gualberto Júnior; Figurinos: Bid Lima Música: Fábio Christian; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Corpo e movimento: Fernando Freitas; Objetos e adereços: Emanuel de Andrade; Produção: Soraya Guimarães / Sofia Oliveira; Comunicação e assessoria de imprensa: Aldeia Comunicação/ Nádia Santos; Promoção: Francisco Pellé / Victor Pinto Ângelo; Imagem: Miguel Falcato; Design Gráfico: Jairo Moura; Vídeo: Tv Garrincha; Fotografia: Margareth Leite; 64ª criação Teatro Extremo; Coprodução Teatro Extremo (Portugal) / Grupo Harém de Teatro (Brasil); Participação viabilizada pelo PROGRAMA DE INTERCÂMBIO CULTURAL; Prémios Troféu Teatro Piauí: Melhor Espetáculo; Melhor Ator Francisco Pellé; Melhor Ator Secundário Fernando Jorge Lopes; Melhor Direção Arimatan Martins; Melhor Autor Fábio Christian
Trailler do espetáculo Combustível
Num Abril e Fechar Olhos


Num Abril e Fechar de Olhos um espetáculo único sobre a Liberdade para celebrar os 50 anos do 25 de Abril.
Um jardineiro, guardião de todas as histórias do 25 de Abril e supremo conhecedor dos seus mistérios, mágoas e aventuras, acompanha-nos numa viagem no tempo até mil novecentos e setenta e três.
Iremos conhecer a incrível história de três companheiros, pequenos na idade, mas enormes em coração e pensamento.
Juntos decidem levar a cabo uma valorosa luta pelo direito a terem, na aldeia de pescadores onde nasceram e de onde nunca saíram, um parque de engenhocas para brincar, igual aos que, ouviram dizer, existem nas cidades grandes.
Nesta jornada os três amigos vão conhecer vários habitantes da aldeia, e confrontar-se com realidades, que apesar de lhes serem próximas, não conheciam. Vão fazer perguntas, ouvir respostas e compreender porque é que as nuvens do medo, da raiva e do silêncio cobriam há tanto tempo aquela terra.
Esta é uma história sobre a coragem e a nobreza de espírito de quem lutou por um sonho justo, fosse ele um parque de engenhocas para brincar, ou a própria Liberdade.
Um espetáculo deslumbrante para toda a família, repleto de música de intervenção que todos os pais e avós conhecem.
Caderno Pedagógico: Clique aqui
Rider Técnico: Completo
62ª criação Teatro Extremo | 2024
Duração: 60’
Classificação etária: M/12
Ficha Artística e Técnica
Autoria e Encenação: Mafalda Santos; Direção Musical: Artur Guimarães; Interpretação: Ana Freitas, Ana Lúcia Palminha, Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Pedro Luzindro; Cenografia: Marta Fernandes da Silva; Apoio à Cenografia: Maria Almeida; Construção Cénica: Ricardo Trindade; Figurinos: Alex de Brito; Desenho de Luz: Daniel Verdades; Sonoplastia e Desenho de Som: Sandro Esperança; Direção Técnica: Celestino Verdades; Técnicos de Palco: Daniel Verdades, Sandro Esperança; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Imagem: Marisa Silva; Design Gráfico: P2F Atelier; Fotografia: José Frade; Videógrafo: Leonardo Oliveira; Músicas: “Menino do Bairro Negro”, José Afonso; “ Índios da Meia Praia”, José Afonso; “Pode alguém ser quem não é”, Sérgio Godinho; “O Charlatão”, Sérgio Godinho e José Mário Branco; “Travessia do Deserto”, Fausto Bordalo Dias; “Vampiros”, José Afonso; “O galo é dono dos ovos”, Sérgio Godinho; “Hondo Moçambique”, popular; “Canto dos torna-viagem”, José Mário Branco; “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”, José Mário Branco
Trailler do espetáculo Num Abril e Fechar de Olhos
Kokorokokaixa


Vale sempre a pena lutar pela amizade.
Bartolominha e Cominhos são dois “sem abrigo”. “Vizinhos”, na rua. Não poderiam ser mais diferentes e mais iguais. Apesar da forte ligação que possuem, devido à sua condição, discutem frequentemente um com o outro, especialmente sobre quem tem a mais bela caixa. Para cada um deles, o seu caixote é o seu “estilo de vida”. Dormem, vivem e defendem-no de acordo com o lema “A minha casa é o meu castelo”. Por isso eles provocam-se, discutem e até lutam. No entanto, usam o seu afeto para experimentar ideias e coisas sem qualquer propósito a não ser com o intuito de brincar com a imaginação. A luta diária pelo título da melhor caixa é um dia interrompida pela chegada de um misterioso desconhecido. Um marchante musical. Ele trás consigo a sua “caixa de música” e é tão diferente de Cominhos e de Bartolominha que eles, à vez, o seguem, como os ratos, o Flautista de Hamelin. No entanto o marchante musical aproveita-se deles, põe um contra o outro e não só rouba as suas caixas, mas também quase destrói a sua “amizade”. Só então é que os dois se apercebem: se se mantiverem unidos, o marchante musical não os pode prejudicar. Reconciliam-se e finalmente partilham uma mesma caixa.
‘Kokorokokaixa”, lança um olhar sobre as armadilhas da propriedade, a ânsia de poder, mas que também celebra a capacidade de partilhar, o valor da amizade, da convivência pacífica e como vale sempre a pena lutar por ela.
61ª criação Teatro Extremo | 2023
Duração: 60’
Classificação etária: M/6
Rider Técnico: N/A
Rider Técnico: Completo
Ficha Artística e Técnica
Autor: Paul Maar; Tradução: Christine Zurbach; Ajuda tradução e adaptação para Francês: Alice Pestana; Direção artística: Joseph Collard; Assistência Direção Artística: Sara Castanheira Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Rui Cerveira; Cenografia: Jean Marc Dercle; Imagem e Figurinos: Miguel Falcato; Costureira: Rosário Balbi; Desenho de Luz: Daniel Verdades; Direção Técnica: Celestino Verdades; Técnicos de Palco: Daniel Verdades, Sandro Esperança; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Design Gráfico: P2F Atelier; Fotografia: José Frade; Produção AudioVisual: Diogo Barbosa
Trailler do espetáculo Kokorokokaixa
A Avó Grilo e o Catavento


Dizem que eles andam sempre juntos, e andam por aí…
Sinopse
Segundo a lenda, havia uma avó, chamada Direjná que era um grilo. Ela era a dona da água e por onde passava a água brotava quando entoava o seu canto de amor. Um dia, os netos cansados de tanta água e após a inundação de seus campos, pediram que ela fosse embora. Ela decidiu ir viver para outro local e conheceu Kata, o catavento dos cinco continentes. Dizem que eles andam sempre juntos, e andam por aí… e que avó envia água do céu ou aparece sempre que alguém diz o seu nome.
58ª criação Teatro Extremo | 2022
Duração: 40’
Classificação etária: M/3
Rider Técnico: Completo
Ficha Artística e Técnica
Texto: texto coletivo inspirado em “Abuela Grillo”, lenda do povo Ayoreo da Bolívia, “A Vendedora de Fósforos” de Hans Christian Anderson e “O Sonho de Lu Shzu” de Ricardo Gómez; Dramaturgia e Encenação: Bibi Gomes; Interpretação: Cecília Laranjeira e Maria Inês Brás; Música e Sonoplastia: João Lima; Figurinos: Cristiana Francisco; Cenografia: Sofia Bravo; Desenho de Luz: Daniel Verdades; Direção Técnica: Celestino Verdades; Técnico de Som: Sandro Esperança; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Produção: Josefina Correia e Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Imagem: Maria Inês Brás; Design Gráfico: P2F Atelier; Fotografia: José Frade; Produção Audiovisual: Diogo Barbosa; 58ª Criação do Teatro Extremo
Vídeo do espetáculo A Avó Grilo e o Catavento
Era Uma Vez…
Ou Lá o Que é Que é


Comédia burlesca para público familiar
Uma comédia burlesca para público familiar. Uma criação inspirada nas histórias que todos conhecemos desde a mais tenra idade. Espetáculo com interpretação de Bibi Gomes, Rui Cerveira e Fernando Jorge Lopes e direção artística do belga Joseph Collard, criador que tem no seu curriculum a passagem por largos anos pelo Cirque do Soleil.
Sinopse
Desenvolvido na técnica do “clown” moderno, o “clown” de teatro, o espetáculo procura através da ingenuidade, espontaneidade e imaginação, equacionar as inquietações do público contemporâneo de todas as idades, devolvendo-lhe o desejo de sonhar e inventar histórias através do jogo cénico inscrito na representação burlesca dos personagens desses contos universais.
53ª Criação do Teatro Extremo | 2020
Duração: 75‘
Classificação Etária: M/6 anos
Rider Técnico: Completo
Ficha Artística e Técnica
Criação Coletiva; Direção Artística: Joseph Collard; Assistência de Encenação: Josefina Correia; Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes, Rui Cerveira; Figurinos: Arminda Moisés Coelho; Cenário: Daniel Verdades; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Montagem: Celestino Verdades e Daniel Verdades; Operação de Luz e Som: Celestino Verdades/Daniel Verdades; Sonoplastia: Fernando Jorge Lopes, Joseph Collard; Movimento: Bárbara Salvador; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Josefina Correia, Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Vídeo: Diogo Barbosa; Imagem: Fedra Santos; Design Gráfico: P2F Atelier; Fotografia: José Frade
Vídeo do espetáculo Era uma vez… Ou lá o que é que é
Para uma era de extremos é necessário um Teatro ExtremO
Mythos

Uma criação original de inspiração clownesca para toda a família
Uma criação original de inspiração clownesca para toda a família. Interpretada por Bibi Gomes, Rui Cerveira e Fernando Jorge Lopes, tem direção artística de Joseph Collard, criador que tem no seu curriculum a passagem por largos anos pelo Cirque do Soleil.
Sinopse
Uma conferência sobre a Mitologia. Este é o ponto de partida que leva os personagens a fazer uma “viagem” em tom de comédia, em demanda da curiosidade e da imaginação universal, glosando os mitos universais e urbanos para expor a condição humana na nossa sociedade contemporânea.


47ª Criação do Teatro Extremo | 2016
Duração: 75′
Classificação Etária: M/6 anos
Rider Técnico: Medidas mínimas | Completo
Ficha Artística e Técnica
Criação Coletiva; Direção Artística: Joseph Collard; Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Cenografia: Teatro Extremo; Construção de Cenografia e Adereços: Daniel Verdades e Maria João Montenegro; Figurinos: Arminda Moisés Coelho; Sonoplastia: Fernando Jorge Lopes e Joseph Collard; Montagem da Sonoplastia: Sandro Esperança; Operação Técnica: Daniel Verdades/Maria João Montenegro; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Josefina Correia, Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Vídeo: João Varela; Design Gráfico: P2F Atelier; Fotografia: Vítor Cid


Uma criação original de inspiração clownesca para toda a família
Uma criação original de inspiração clownesca para toda a família. Interpretada por Bibi Gomes, Rui Cerveira e Fernando Jorge Lopes, tem direção artística de Joseph Collard, criador que tem no seu curriculum a passagem por largos anos pelo Cirque do Soleil.
Sinopse
Uma conferência sobre a Mitologia. Este é o ponto de partida que leva os personagens a fazer uma “viagem” em tom de comédia, em demanda da curiosidade e da imaginação universal, glosando os mitos universais e urbanos para expor a condição humana na nossa sociedade contemporânea.
47ª Criação do Teatro Extremo | 2016
Duração: 75′
Classificação Etária: M/6 anos

Rider Técnico: Medidas mínimas | Completo
Ficha Artística e Técnica
Criação Coletiva; Direção Artística: Joseph Collard; Interpretação: Bibi Gomes, Fernando Jorge Lopes e Rui Cerveira; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Cenografia: Teatro Extremo; Construção de Cenografia e Adereços: Daniel Verdades e Maria João Montenegro; Figurinos: Arminda Moisés Coelho; Sonoplastia: Fernando Jorge Lopes e Joseph Collard; Montagem da Sonoplastia: Sandro Esperança; Operação Técnica: Daniel Verdades/Maria João Montenegro; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Josefina Correia, Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Vídeo: João Varela; Design Gráfico: P2F Atelier; Fotografia: Vítor Cid
Einstein

31ª Criação do Teatro Extremo | 2005
Duração: 65′
Classificação Etária: M/12
Rider Técnico: Completo
Ficha Artística e Técnica
Autor: Gabriel Emanuel; Versão Portuguesa e Voz Off: José Henrique Neto; Dramaturgia e Encenação: Sylvio Zilber (Brasil); Assistência de Encenação: Isabel Leitão; Interpretação: Fernando Jorge Lopes; Cenografia e Adereços: Arminda Moisés Coelho; Assistente de Cenografia: David Oliveira; Carpintaria: João Paulo Santos; Figurinos: Alice Rolo; Consultor Musical: António Rocha; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Desenho de Som: Sérgio Moreira; Operação técnica: Daniel Verdades/Maria João Montenegro; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Design Gráfico: RINGUE; Web Film: yumy technology; Spot TV: l3 Vídeo; Vídeo: João Varela; Fotografia: José Frade, Sandra Ramos; Ciclo EmCena a Ciência

A Arte, a Ciência e a História na visão do génio Albert Einstein
O Teatro Extremo assinalou o Ano Internacional da Física com a estreia da peça Einstein do autor canadiano Gabriel Emanuel, numa encenação de Sylvio Zilber, responsável pela versão da peça premiada no Brasil. Esta peça inaugurou o Ciclo EmCena a Ciência que o Teatro Extremo desenvolve com o objetivo de promover uma relação estreita entre a Arte e Ciência junto do público, dando a conhecer a vida e obra de grandes cientistas.
Sinopse
Em 1949, na noite do seu septuagésimo aniversário, Albert Einstein prepara-se para ir a um jantar. Conversa com o público a quem revela a história da sua vida e explica as suas teorias sobre o universo, com humor e simplicidade. Ao longo da peça, fala-nos da “Teoria da Relatividade”, da sua origem judaica, da sua infância e juventude, do seu relacionamento familiar e do domínio nazi na Alemanha de 1930.



A Arte, a Ciência e a História na visão do génio Albert Einstein
O Teatro Extremo assinalou o Ano Internacional da Física com a estreia da peça Einstein do autor canadiano Gabriel Emanuel, numa encenação de Sylvio Zilber, responsável pela versão da peça premiada no Brasil. Esta peça inaugurou o Ciclo EmCena a Ciência que o Teatro Extremo desenvolve com o objetivo de promover uma relação estreita entre a Arte e Ciência junto do público, dando a conhecer a vida e obra de grandes cientistas.
Sinopse
Em 1949, na noite do seu septuagésimo aniversário, Albert Einstein prepara-se para ir a um jantar. Conversa com o público a quem revela a história da sua vida e explica as suas teorias sobre o universo, com humor e simplicidade. Ao longo da peça, fala-nos da “Teoria da Relatividade”, da sua origem judaica, da sua infância e juventude, do seu relacionamento familiar e do domínio nazi na Alemanha de 1930.
31ª Criação do Teatro Extremo | 2005
Duração: 65′
Classificação Etária: M/12

Rider Técnico: Completo
Ficha Artística e Técnica
Autor: Gabriel Emanuel; Versão Portuguesa e Voz Off: José Henrique Neto; Dramaturgia e Encenação: Sylvio Zilber (Brasil); Assistência de Encenação: Isabel Leitão; Interpretação: Fernando Jorge Lopes; Cenografia e Adereços: Arminda Moisés Coelho; Assistente de Cenografia: David Oliveira; Carpintaria: João Paulo Santos; Figurinos: Alice Rolo; Consultor Musical: António Rocha; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Desenho de Som: Sérgio Moreira; Operação técnica: Daniel Verdades/Maria João Montenegro; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Design Gráfico: RINGUE; Web Film: yumy technology; Spot TV: l3 Vídeo; Vídeo: João Varela; Fotografia: José Frade, Sandra Ramos; Ciclo EmCena a Ciência
Lenda das Amendoeiras em Flor

Um contador de histórias invoca o universo fantástico da Poesia
Um espetáculo que integra o Ciclo Histórias dentro de uma Mala que o Teatro Extremo criou com o objetivo de reavivar a memória dos tradicionais contadores de histórias, despertando o imaginário das crianças por novas leituras.
Sinopse
Um contador de histórias conduz-nos à época em que Portugal era ainda um país de contos de fadas e mouras encantadas… ao reino árabe do Algarve, onde vivia um rei que desposou uma princesa oriunda do Norte. Mas a princesa padece de uma doença estranha. Um sábio e poeta descobre que a causa dessa doença é a saudade que a princesa sente da sua terra natal.


17ª Criação do Teatro Extremo | 2001
Duração: 20′
Classificação Etária: M/4
Rider Técnico: Completo
Ficha Artística e Técnica
Baseado no conto popular “A Lenda das Amendoeiras em Flor”; Conceção e Interpretação: Fernando Jorge Lopes; Cenografia e Figurinos: Teatro Extremo, Alice Rôlo; Adereços: Ana Taipas e Jean Marc Dercle; Sonoplastia: Celestino Verdades, Fernando Jorge Lopes; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Operação Técnica: Daniel Verdades/Maria João Montenegro; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Josefina Correia, Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Fotografia: Vítor Cid; Ciclo Histórias dentro de uma Mala – 1º Ato


Um contador de histórias invoca o universo fantástico da Poesia
Um espetáculo que integra o Ciclo Histórias dentro de uma Mala que o Teatro Extremo criou com o objetivo de reavivar a memória dos tradicionais contadores de histórias, despertando o imaginário das crianças por novas leituras.
Sinopse
Um contador de histórias conduz-nos à época em que Portugal era ainda um país de contos de fadas e mouras encantadas… ao reino árabe do Algarve, onde vivia um rei que desposou uma princesa oriunda do Norte. Mas a princesa padece de uma doença estranha. Um sábio e poeta descobre que a causa dessa doença é a saudade que a princesa sente da sua terra natal.

Rider Técnico: Completo
Ficha Artística e Técnica
Baseado no conto popular “A Lenda das Amendoeiras em Flor”; Conceção e Interpretação: Fernando Jorge Lopes; Cenografia e Figurinos: Teatro Extremo, Alice Rôlo; Adereços: Ana Taipas e Jean Marc Dercle; Sonoplastia: Celestino Verdades, Fernando Jorge Lopes; Desenho de Luz e Direção Técnica: Celestino Verdades; Operação Técnica: Daniel Verdades/Maria João Montenegro; Direção de Produção: Sofia Oliveira; Assistência de Produção: Josefina Correia, Paula Almeida; Comunicação e Assessoria de Imprensa: Nádia Santos; Promoção: Victor Pinto Ângelo; Fotografia: Vítor Cid; Ciclo Histórias dentro de uma Mala – 1º Ato
17ª Criação do Teatro Extremo | 2001
Duração: 20′
Classificação Etária: M/4
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